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Recursos Humanos em Turismo, Hotelaria e Restauração: os desafios para 2023
Recursos Humanos em Turismo, Hotelaria e Restauração: os desafios para 2023
De acordo com os dados do Banco de Portugal, no setor da hotelaria, o ano de 2022 está a ter um desempenho superior ao previsto e prevê-se que seja superior ao ano de 2019 quer em receitas quer em número de dormidas.
Para o ano de 2023, no entanto, são esperados alguns abrandamentos em relação à procura turística interna e externa e ainda aumento dos custos de operação em virtude da inflação, o que já é sentido pelos operadores.
No entanto, continua a verificar-se uma carência de mão de obra de cerca de 50 mil trabalhadores. Os que se mantêm queixam-se dos baixos salários e das horas extra. Segundo dados do INE, o setor já está a tentar compensar monetariamente, mas faltam ainda mecanismos de atração, para quem já trabalha no setor e ainda para quem possa vir a entrar.
Os valores gastos pelos turistas em Portugal são dos mais elevados da Europa, o que representa uma grande responsabilidade no momento de oferecer um serviço de qualidade. Os recursos humanos capacitados têm de ser reconhecidos e valorizados sob pena de não se manterem no setor. Temos também a questão do envelhecimento da população que é um constrangimento partilhado pelos países europeus.
Os jovens que terminam as suas formações na área do turismo hotelaria e restauração têm por isso taxas de empregabilidade altíssimas. Alguns deles, porém, têm outras ambições que passam pelo empreendedorismo ou por uma experiência no exterior, não querendo dizer com isto que não regressem eventualmente. Mas na prática, o que assistimos, é que os milhares de jovens que são formados todos os anos não são suficientes para suprir as necessidades do setor ao nível dos recursos humanos. Temos ainda a questão que alguns deles, ao fim de alguns anos abandonam o setor, por este não ser compatível com os seus objetivos pessoais e familiares.
A questão da carência de mão de obra é transversal, contudo, a outros setores de atividade.
Na tentativa de colmatar as suas necessidades, os empregadores têm recorrido a mão de obra estrangeira. A mobilidade no quadro da CPLP tem a vantagem da língua, mas os vistos ainda demoram muito tempo. Outra solução tem sido recorrer a estrangeiros de outros países, mas o constrangimento da língua limita o contacto com o público.
O desafio da escassez de mão de obra tem de ser encarado em diversas frentes. Para além de atrair mão de obra estrangeira com a alteração da lei dos vistos prevista para 2023, impõe-se, antes de mais, a atração dos jovens nacionais, sobre os quais foram investidos recursos ao longo de 12 ou mais anos de formação qualificada, sem esquecer os profissionais que trabalham no setor e se mantêm firmes face aos altos e baixos que o mesmo tem enfrentado ao longo dos anos.
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