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“A hotelaria é uma prisão”. O turismo e a imigração de uma Lisboa estrangeira
#Renascença
Há vida para além do PIB. E também há vidas que alimentam este indicador – pelo qual se convencionou medir a vitalidade da economia de um país – e que quase sempre passam despercebidas.
Rogério Pinto, é gerente de um restaurante na baixa e dos 17 trabalhadores que tem a seu cargo, seis são portugueses.
A restauração “é uma prisão. Uma pessoa não tem vida própria. Para se ganhar algum, é preciso fazer muitas horas extra. Acontece que, hoje em dia, o português quer ter vida. O imigrante vem só ganhar dinheiro. É por isso que há hoje muitos mais imigrantes”, diz à Renascença.
O mesmo testemunho é corroborado pelo chef do restaurante, Pedro Pinto. “Os portugueses querem outras regalias, que a gente não pode dar nesta altura”, assume.
“Imigrantes no turismo: triturados pelo motor que alimentam” é uma reportagem para ler sobre a imigração e o turismo em Portugal em rr.sapo.pt
Reportagem: Fábio Monteiro
Vídeo: Beatriz Pereira
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