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DEPOIS DA QUARENTENA FAÇA ISSO! CRISE MUNDIAL MARKETING DIGITAL EMPRESA
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Um mundo em quarentena busca saídas para a crise
O planeta, para um extraterrestre que aterrissasse nos últimos dias, ofereceria uma imagem estranha, entre aprazível e inquietante. Mais de um terço da humanidade está em casa, privada da liberdade de ir e vir, algo tão essencial e que todos nós damos como garantido. As ruas vazias, como as estradas sem carros. Os céus claros, sem aviões. As fronteiras, fechadas. Os líderes? Encerrados também e administrando como podem —primeiro cada um por sua conta, atabalhoadamente, quase sempre tarde apesar dos sinais— a maior crise que certamente lhes caberá enfrentar em suas vidas. Os cidadãos? Desconcertados pelo vírus que foi detectado na China em dezembro passado e que já matou mais de 28.900 pessoas, afetando 200 países. Angustiados por sua saúde e a de seus próximos, e pelo golpe econômico que, segundo a unanimidade dos especialistas, se avizinha. O mundo entrou em hibernação.
“Vivemos um momento histórico de desaceleração, como se freios gigantes detivessem as rodas da sociedade”, compara, falando do seu confinamento na Floresta Negra, o filósofo alemão Hartmut Rosa, que dedicou boa parte de sua obra a estudar o que ele chama de “aceleração” desenfreada das sociedades capitalistas. “Nos últimos duzentos anos ou mais, o mundo ia cada vez mais rápido”, argumenta. “Se você observar o número de carros, trens, navios, aviões, o tráfego e o movimento aumentavam sem cessar.
O segundo abalo é econômico. Os Governos assumem que o freio na atividade provocará uma recessão global —as rotas do comércio mundial, já interrompidas quando o coronavírus parecia ser apenas um mal chinês, estão bloqueadas. Em 2020, a contração do PIB será de 2,2% na zona euro, segundo a agência de qualificação Moody’s, e de 2% nos Estados Unidos. As cifras de solicitantes de subsídios de desemprego neste país bateram um recorde: nunca, em meio século desde o início dos registros, tinha sido tão alta, mais de três milhões. As somas que foram ou serão injetadas para amortecer o tranco para empresas e trabalhadores —cinco trilhões de dólares só para os países do G20.
